01 de Outubro de 2011

 

Células solares CIGS

Pesquisadores do laboratório suíço EMPA bateram um novo recorde de eficiência em suascélulas solares CIGS.

CIGS é uma sigla formada pela iniciais de cobre, índio, gálio e selênio (na verdade um disselento), os materiais usados na construção da célula solar.

Este tipo de célula pode ser fabricado em filmes plásticos e até por impressão jato de tinta.

 

  • Células solares são impressas por jato de tinta

 

A menor eficiência das células solares CIGS - em relação às células fotovoltaicas de silício - deve-se principalmente à baixa temperatura que deve ser usada para que elas sejam aplicadas sobre o plástico.

Os pesquisadores suíços, que trabalham tanto com substratos plásticos quanto de vidro, conseguiram baixar a temperatura ótima para a deposição sem perder eficiência.

Pinturas solares

O novo processo permitiu atingir um recorde de 18,7% na conversão solar-elétrica quando as células CIGS são aplicadas sobre plástico.

Isto as coloca praticamente em pé de igualdade com as células solares de silício, mas com duas vantagens substanciais: um custo muito menor e a flexibilidade do plástico.

Os pesquisadores também demonstraram que o processo é adequado para a aplicação das células solares sobre metais, incluindo o aço- neste caso, a eficiência atingida foi de 17,7%.

Isso abre caminho, por exemplo, para a criação de "pinturas solares" para carros elétricos, que ajudarão a carregar as baterias, assim como o uso da energia solar em uma infinidade de aplicações onde a instalação dos pesados painéis solares atuais não é adequada.

Os pesquisadores criaram uma empresa, chamada Flisom, para aprimorar a aplicação do novo processo de baixa temperatura por um sistema industrial de fabricação contínua por impressoras de rolo (roll-to-roll).

Células solares flexíveis: CIGS e pontos quânticos batem recordes de eficiência
O avanço foi obtido encapsulando os pontos quânticos coloidais com uma única camada de átomos, o que permite seu adensamento. [Imagem: Tang et al./Nature Materials]

Célula solar de pontos quânticos

Por sua vez, um grupo de pesquisadores canadenses, sauditas e norte-americanos criaram a célula solar de pontos quânticos mais eficiente já fabricada até hoje.

Pontos quânticos são semicondutores em nanoescala que capturam os fótons e geram uma corrente elétrica.

Devido ao seu tamanho minúsculo, eles podem ser aspergidos sobre superfícies flexíveis, inclusive plástico. Isso os torna promissores para a fabricação de painéis solares mais baratos.

O avanço foi obtido encapsulando os pontos quânticos coloidais (CQD:collodial quantum dots) com uma única camada de átomos.

Isso é importante porque aumenta a densidade dos pontos quânticos, o que eleva o rendimento do painel solar como um todo. Quanto menor for essa camada passiva de aglomeração, maior é a densidade obtida.

"Nós descobrimos como encolher os materiais de passivação para o menor tamanho imaginável," disse Ted Sargent, da Universidade de Toronto, no Canadá, que tem um longo histórico no desenvolvimento desse tipo de célula solar.

O rendimento das células solares de pontos quânticos ainda é substancialmente menor do que as células solares de silício.

Mas o aumento agora obtido em sua eficiência e a possibilidade de sua aplicação por spray foram suficientes para que a empresa MaRS Innovations se interessasse pela tecnologia para levá-la ao mercado.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 20:04

24 de Setembro de 2011

A empresa Energie, da Póvoa de Varzim, introduziu uma nova tecnologia de aproveitamento de energia de painéis solares termodinâmicos que permite absorver mesmo a temperaturas negativas, disse à Lusa o responsável pelo projeto.

Segundo explicou o engenheiro que coordena o projeto dentro da Energie, Francisco Fernandes, esta nova tecnologia vai permitir uma absorção de raios solares na ordem dos 94 por cento, combinando duas vertentes "incompletas", a tecnologia solar térmica e as bombas de calor.

"O fluido que funciona no nosso painel não é água, mas vitrocerâmica, que consegue absorver energia mesmo a temperaturas negativas", disse o engenheiro, salientando que este material se encontra nos 35 graus negativos no seu estado natural, pelo que mesmo uma temperatura de, por exemplo, zero graus permite a geração de calor para aquecer a água de um termoacumulador.

fonte:Lusa

publicado por adm às 15:05

05 de Setembro de 2011

A produção de energia solar fotovoltaica mais do que duplicou em 2010, atingindo uma produção mundial de 23,5 gigawatts (GW), revela o relatório do JRC, centro de investigação da Comissão Europeia.

Desde 1990, a produção de painéis fotovoltaicos – que convertem a luz do Sol em electricidade - aumentou mais de 500 vezes, passando de 46 megawatts (MW) para 23,5 GW em 2010, salienta o relatório do Joint Research Center (JRC), que considera esta uma das indústrias com maior crescimento da actualidade. 

Actualmente, a China é o maior produtor de painéis fotovoltaicos, seguida de Taiwan, Alemanha e Japão. Entre os 20 maiores fabricantes do ano passado, apenas quatro têm instalações na Europa, mais precisamente a First Solar (Alemanha, Estados Unidos, Vietname e Malásia), Q-Cells (Alemanha e Malásia), REC (Noruega e Singapura) e Solarworld (Alemanha e Estados Unidos).

Analistas de mercado acreditam que os investimentos na tecnologia fotovoltaica poderão duplicar de 35 a 40 mil milhões de euros em 2010 para mais de 70 mil milhões em 2015. Ao mesmo tempo esperam que os preços para o consumidor continuem a descer. Na verdade, nos últimos três anos o preço dos painéis caiu quase 50 por cento, lembram.

Apesar das dificuldades económicas, acrescentam os autores do relatório, o número de campanhas de implementação do solar fotovoltaico continua a aumentar em todo o mundo, graças a vários incentivos, nomeadamente fiscais. 

O relatório “PV Status Report”, na sua décima edição, foi realizado a partir de inquéritos a mais de 300 empresas espalhadas por todo o mundo e dedica-se ao mercado e indústria do solar fotovoltaico, especialmente na União Europeia, Índia, Japão, China, Taiwan e Estados Unidos.

fonte:http://ecosfera.publico.pt/

publicado por adm às 22:36

30 de Agosto de 2011

O recurso às energias renováveis, particularmente a Energia Solar, constitui uma solução para alguns dos problemas associados ao consumo de combustíveis fósseis, ajudando a diminuir a dependência económica e reduzindo os impactes ambientais negativos provenientes da sua queima.

 

 

Portugal situa-se numa das regiões da Europa com maior potencial para o aproveitamento da energia solar.
  
Irradiação solar anual média
Ao nível nacional, a região da Península de Setúbal, apresenta excelentes condições para o aproveitamento da energia solar.

Ao nível doméstico, podemos aproveitar a energia do Sol de diversas formas, a primeira e mais óbvia, para iluminação, sempre que possível deveremos utilizar a luz natural para iluminação dos espaços interiores, para além de ser gratuita é a mais saudável fonte de luz.



Insolação Média AnualO Sol, através da instalação de colectores solares térmicos, pode ser aproveitado para produzir a água quente que utilizamos no banho ou na cozinha. A título de exemplo, uma família de 4 pessoas pode poupar cerca de 1.000,00 €/ano em gás caso opte pela instalação de painéis solares térmicos.


A energia do Sol pode ainda ser aproveitada para produzir energia eléctrica, para tal é necessário instalar painéis fotovoltaicos. A energia produzida por via fotovoltaica pode ter dois destinos, ou a sua venda à rede de distribuição de energia, ou o autoconsumo. Dado o elevado preço de uma instalação solar fotovoltaica, o estado Português criou um regime bonificado de produção de energia que permite, a quem deseje registar-se como microprodutor, aceder a valores de venda de energia muito vantajosos. No final de Agosto encerrou uma fase de inscrição para microprodutores, que se espera ver reaberta a qualquer altura.


A produção de energia eléctrica a partir de painéis fotovoltaicos para autoconsumo, pode ser vantajosa, particularmente quando o local de consumo se encontra muito afastado da rede de distribuição de energia e os custos de ligação à rede são elevados.


O Sol é uma fonte de energia gratuita, inesgotável e disponível para todos, cabe-nos tirar dele o melhor proveito possível.

fonte:http://www.setubalnarede.pt/

publicado por adm às 16:10

28 de Agosto de 2011

No estado norte-americano do Colorado, há um meio de transporte sui generis que todos os anos leva 2 milhões de passageiros ao seu destino, sejam os municípios deMountain View ou Telluride. Em breve, este meio de transporte, o teleférico, vai passar a ser alimentado por energia solar.

Através da campanha Green Gondola, a cidade de Mountain View, que gere o teleférico, pretende tornar este meio de transporte o mais verde possível, reduzindo a utilização da electricidade em 20%.

A verdade é que, apesar de andar de teleférico acabar por ser mais sustentável que as respectivas viagens de carro – estamos a falar, recorde-se, de 2 milhões de passageiros por ano –, o teleférico é alimentado por uma central nuclear. Ou seja, é um meio de transporte verde mas pouco verde.

É aqui que surge a campanha Green Gondola, lançada para angariar fundos para a instalação de painéis solares nesta gôndola aérea. Há um pormenor interessante neste teleférico: as viagens são gratuitas, calmas e com uma magnífica vista, o cume de San Sophia, com mais de 3.000 metros de altitude.

A campanha prevê ainda criar uma nova e eficiente estratégia para compensar as emissões produzidas, baseada na própria instalação de painéis solares. Segundo a Green Gondola Campaign, o projecto solar ainda não está em funcionamento, por isso todos os donativos, para além de irem directamente para o financiamento dos painéis solares, serão eles próprios uma parte importante da respectiva compensação de carbono. Será só marketing, ou este raciocínio faz mesmo sentido?

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 22:55

25 de Agosto de 2011

Os lucros do setor de energia solar encolherão, antes de começarem a crescer novamente, pois a queda drástica nos preços dos painéis solares superará o aumento no volume de vendas, segundo um novo relatório da Lux Research. 

Os lucros de 2012 devem chegar a US$ 56,9 bilhões em comparação com US$ 64 bilhões em 2010, estima o relatório divulgado esta semana. O mercado deve se recuperar em 2016, quando atingirá US$ 65,4 bilhões. 

Cortes nos incentivos providos pelos governos para a energia solar nos principais mercados, como Itália e Alemanha, levaram a uma oferta excessiva de painéis no mercado, culminando com uma queda acentuada nos preços este ano. 

Entretanto, com a redução do valor das tecnologias, que por enquanto dependem dos subsídios, a demanda deve crescer substancialmente. Segundo a Lux, o volume do setor deve crescer 15,5 % ao ano alcançando 37,5 gigawatts em 2016 em relação aos 15,8 GW em 2010. 

Subsídios generosos dos governos na Alemanha e outros países europeus impulsionaram o crescimento rápido do setor solar nos últimos anos. Porém, nos próximos cinco anos, cortes nestes incentivos trilharão o caminho para outros mercados, incluindo Estados Unidos, China, Japão e Índia, que emergirão como grandes players do setor. 

“A demanda mudará da Ásia para a América do norte e o mercado solar crescerá em termos de megawatts instalados, mas os lucros permanecerão imutáveis com a queda nos preços superando o crescimento no volume”, concluiu a Lux. (Fonte/ Agência Reuters e Instituto Carbono Brasil)

fonte:http://oglobo.globo.com/

publicado por adm às 11:29

10 de Agosto de 2011

Energia da radiação

Um novo sistema de conversão fotovoltaica de energia, desenvolvido no MIT, nos Estados Unidos, pode ser alimentado exclusivamente por calor, gerando eletricidade sem necessidade de luz solar.

Embora o princípio envolvido não seja uma novidade, uma nova forma de fabricação da superfície do material para converter o calor em comprimentos de onda precisos da luz - selecionados para coincidir com o comprimento de onda de maior eficiência das células solares fotovoltaicas - faz com que o novo sistema seja muito mais eficiente do que versões anteriores.

A chave para esta emissão de luz precisamente ajustada é um material com bilhões de furos em nanoescala escavados em sua superfície.

Quando o material absorve o calor - seja do Sol, da queima de um combustível, de uma fonte de radioisótopos ou de qualquer outra fonte - a superfície perfurada irradia energia principalmente nesses comprimentos de onda cuidadosamente escolhidos.

Microgerador de energia

Com base nessa tecnologia, os pesquisadores construíram um gerador de energia do tamanho de um botão, alimentado pela queima de gás butano.

O minigerador dura três vezes mais do que uma bateria de íons de lítio com o mesmo peso.

E o dispositivo pode ser recarregado instantaneamente, apenas acoplando um cartucho novo cheio de combustível.

Um dispositivo assim, se alimentado por uma fonte de radioisótopos, que produz calor constantemente pelo decaimento radioativo, poderia gerar eletricidade por 30 anos sem reabastecimento ou manutenção - uma fonte de eletricidade ideal para naves espaciais em missões a longas distâncias do Sol, que não podem ser alimentadas por painéis solares.

Gerador sem partes móveis

Cerca de 92 por cento de toda a energia que usamos envolve a conversão de calor em energia mecânica e, frequentemente em eletricidade - como o uso de combustível para ferver água e gerar vapor para girar uma turbina, que é acoplada a um gerador.

Mas os sistemas mecânicos atuais têm uma eficiência relativamente baixa, e não podem ser reduzidos para os tamanhos necessários para alimentar dispositivos pequenos, como sensores, telefones celulares ou monitores médicos.

"Ser capaz de converter calor de diversas fontes em eletricidade, sem partes móveis, pode trazer enormes benefícios," afirma o Dr. Ivan Celanovic, coordenador da pesquisa, "especialmente se pudermos fazê-lo de forma eficiente, relativamente barato e em pequena escala."

Células termofotovoltaicas

Há muito se sabe que as células fotovoltaicas não precisam funcionar apenas com luz solar.

Meio século atrás, os pesquisadores desenvolveram as células termofotovoltaicas, que juntam uma célula fotovoltaica tradicional com qualquer fonte de calor: um derivado do petróleo, por exemplo, aquece um material, chamado de emissor térmico, que irradia calor e luz para o diodo fotovoltaico, gerando eletricidade.

O emissor termal de radiação gera muito mais comprimentos de onda na faixa do infravermelho do que aqueles que ocorrem no espectro solar.

E materiais fotovoltaicos de baixa bandgap, descobertos menos de uma década atrás, conseguem absorver mais dessa radiação infravermelha do que as células fotovoltaicas tradicionais de silício.

Mas grande parte do calor ainda é desperdiçado, o que tem mantido a eficiência dos geradores termofotovoltaicos relativamente baixa.

Cristal fotônico

A solução, explica Celanovic, é a concepção de um emissor térmico que irradia somente os comprimentos de onda que o diodo fotovoltaico pode absorver e converter em eletricidade, suprimindo outros comprimentos de onda.

"Mas como é que vamos encontrar um material que tenha essa propriedade mágica de emitir apenas com os comprimentos de onda que queremos?" pergunta Marin Soljacic, membro da equipe.

A resposta: construa um cristal fotônico pegando uma amostra de material e crie algumas características em nanoescala em sua superfície - digamos, um padrão regular e repetitivo de buracos ou saliências - para que a luz se propague através da amostra de uma forma radicalmente diferente.

"Projetando adequadamente a nanoestrutura, podemos criar materiais que têm propriedades ópticas inéditas," diz Soljacic. "Isso nos dá a capacidade de controlar e manipular o comportamento da luz."

A equipe usou um pedaço de tungstênio e fez bilhões de pequenos buracos em sua superfície. Quando o tungstênio se aquece, ele gera luz com um espectro de emissão alterada, porque cada furo age como um ressonador, capaz de emitir radiação apenas de determinados comprimentos de onda.

Esta abordagem tem sido amplamente utilizada para melhorar lasers, diodos emissores de luz e até mesmo fibras ópticas.

Microrreatores

Os microrreatores são basicamente pequenas partilhas de silício.

Cada um deles contém cristais fotônicos nas duas faces planas, com tubos externos para a injeção de combustível e ar, e para a liberação dos resíduos da combustão.

No interior do chip, o combustível e o ar reagem, aquecendo os cristais fotônicos.

Frente a cada uma das faces do microrreator são colocadas as células fotovoltaicas, que captam os comprimentos de onda emitidos e os convertem em eletricidade com grande eficiência.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 21:56

22 de Julho de 2011

 

Esta torre quando for construída no deserto do Arizona será um dos edifícios mais altos do mundo. É uma nova forma de aproveitamento da energia solar que produzirá electricidade para 150 mil casas a partir de 2015.

A torre solar é uma ideia simples construída a uma grande escala. O sol ao incidir sobre uma grande área coberta que circundará a torre aquecerá o ar que se encontra por baixo. O ar quente, que ascende naturalmente, será encaminhado para o ponto central deste projecto – a torre solar. Na base desta estrutura está uma série de turbinas que irão gerar electricidade através do movimento ascendente do ar quente.

No deserto, as temperaturas à superfície rondam os 40ºC. Se adicionarmos o efeito de estufa provocado pela zona coberta com várias centenas de metros de raio, as temperaturas poderão atingir os 80 a 90ºC.

Quanto maior o diferencial de temperaturas entre o ar quente gerado e o ar ambiente, mais rapidamente a torre suga o ar aquecido na base, o que se traduzirá em mais energia produzida. Uma vez que por cada cem metros que o ar sobe a sua temperatura desce 1ºC, uma torre alta potenciará a diferença de temperaturas. 

Como esta tecnologia se baseia num diferencial de temperaturas e não na temperatura absoluta, funciona mesmo nos dias com temperaturas mais baixas. Por sua vez, nos dias mais quentes, a electricidade continuará a ser produzida à noite devido ao grande aquecimento da base que ocorreu durante o dia.

Este megaprojecto terá uma capacidade instalada de 200MW e uma eficiência de produção de 60%. A energia produzida já foi pré-vendida, através de um acordo entre a companhia promotora do projecto EnviroMission e a Autoridade Pública de Energia do sul da Califórnia. Irá abastecer 150 mil casas a partir de 2015.

Segundo as estimativas da companhia, a construção desta instalação custará cerca de 750 milhões de dólares americanos. Estima-se que esta estrutura será paga em apenas 11 anos mas perdurará activa mais de 80.

fonte:http://naturlink.sapo.pt/

publicado por adm às 22:54

15 de Julho de 2011

Missão solar da Índia foi lançada em janeiro do ano passado e tem uma meta, ambiciosa, de atingir 20 GWe de energia solar até 2022

 

A Missão Solar Nacional Jawaharlal Nehru lançada pelo primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, no ano passado, posicionou a Índia "para se tornar um líder global no crescimento das tecnologias de energia solar concentrada (CSP) ", segundo um novo relatório.

 

Contudo afirma que a missão deverá ser "implementada de forma pragmática" e deverá ter a iniciação de novas medidas "destinadas a ajudar as empresas indianas através de incentivos fiscais, empréstimos ou de um fundo de capital rotativo".

O relatório, encomendado pelo governo australiano, analisa o contexto, as barreiras e as opções políticas para o crescimento da indústria CSP na Índia.

Em oposição à tecnologia fotovoltaica (PV), a CSP usa sistemas de concentradores espelhados para focar a radiação solar direta para os receptores que convertem a energia térmica em energia mecânica através de uma turbina a vapor e, em seguida, em eletricidade.

A missão solar da Índia foi lançada em janeiro de 2010 e tem uma meta, ambiciosa, de atingir 20 GWe de energia solar até 2022. Na primeira fase, 1 GW de energia conectada à rede solar é prevista para 2013, com uma divisão aproximada entre 50:50 CSP e tecnologias PV.

"CSP tem vantagens em relação à energia fotovoltaica, pois ela pode facilmente incorporar o armazenamento de energia térmica e/ou combustível fóssil impulsionando para fornecer energia despacháveis​​", diz o relatório.

Afirma também que "O uso de métodos relativamente de 'baixa tecnologia’ de fabricação para os campos de coleta solar, juntamente com o uso de tecnologias de turbinas a vapor adaptada da indústria de geração térmica, faz com que a perspectiva da ampliação da capacidade de CSP seja muito viável".

O relatório descreve a missão solar como "uma medida política inspiradora e visionária” e afirma que “existem terras adequadas mais que suficientes na Índia, com altos recursos de emissão solar direta para atender toda a necessidade de eletricidade da nação, a princípio.”

É descrito também que as regiões com os maiores recursos solares são em grande parte Rajasthan e Gujarat, além de Jammu e Caxemira. "A natureza de alto custo da tecnologia CSP significa que o melhor é construir sistemas nos locais de maior recurso solar, mesmo que eles estejam longe da infra-estrutura existente e dos centros de carga e que algumas perdas de transmissão extra aconteçam."

O relatório observa que algumas das barreiras possíveis para a CSP na Índia são o alto custo atual da eletricidade produzida.

 

"Para CSP conseguir uma penetração significativa em um dado mercado, milhões de metros quadrados de sistemas de concentrador solar de vários tipos, juntamente com toda a instalação de suporte e infra-estrutura terão de ser fabricados. Instalações e recursos humanos qualificados para fazer isso são necessários", diz o relatório.

Para acelerar o processo de transferência de tecnologia necessária, o relatório recomenda que sejam tomadas medidas políticas que facilite o investimento de capital indiano em empresas CSP existentes no mundo. Os melhores locais na Índia para a localização de usinas CSP estão no noroeste do país.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 21:11

10 de Julho de 2011

Segundo nota da autarquia estão agora a produzir energia, num investimento recuperável a seis anos. Esta aposta na certificação energética e ambiental permite aos serviços passar a produzir energia depois de remodeladas as oficinas e instalados os painéis fotovoltaicos, um investimento que surge na sequência de instalação de outros como a instalação de painéis solares para aquecimento das águas sanitárias.

Este investimento, recuperável num prazo de seis anos, permite que os SMVBVC assumam um papel ambientalmente responsável, tal como tem vindo a acontecer na câmara municipal, por exemplo, com as candidaturas com vista a eficiência energética das piscinas municipais.
Paralelamente, os SMSBVC têm vindo a proceder a investimentos nas suas redes, com a instalação de oleões para a deposição selectiva de óleos alimentares usados junto dos ecopontos, numa parceria da Resulima. Está também a ser reforçada a rede de ecopontos, com mais 12 unidades distribuídos pela área urbana para a deposição selectiva de resíduos de embalagem. 

Resíduos de flores para valorizar em aterro

No âmbito desta política, está também concluída a obra de construção de espaço para a separação dos resíduos (flores) no cemitério de S. Romão do Neiva, com vista à valorização dos resíduos e, assim, reduzir os custos com a sua deposição em aterro.

fonte:http://www.correiodominho.com/

publicado por adm às 09:05

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