27 de Setembro de 2011

 

 

O bonsai ganhou contornos, digamos assim, mais tecnológicos. O designer francês Viven Muller, inspirado na fotossíntese das árvores, resolveu se apropriar de um ícone da cultura oriental e criou sua própria árvore na bandeja. Mas no lugar de terra e semente, ele escolheu plástico e painéis solares.

 

O Electree é descrito por seu criador como um bonsai contemporâneo cujas folhas são pequenos painéis fotovoltaicos. Muller trabalhou no projeto por alguns anos antes de chegar ao que ele chama de “combinação perfeitamente ecológica, estética e funcional”. Ao todo são 27 painéis distribuídos em módulos, permitindo que o bonsai seja montado de várias formas. Isso também garante mais eficiência dos painéis solares.

 

Toda a energia captada durante o dia vai para uma bateria de 13 500 mAh (segundo o site de vendas da Electree, um iPhone precisa de 1 500mAH para ser recarregado, por exemplo) oculta na base da bandeja. Por sua vez, a bateria carrega via USB dispositivos elétricos. As árvores estão em pré-venda por €299. Se 400 modelos forem vendidos até o dia 15 de outubro, o design promete entrega-los até o Natal.

fonte:http://info.abril.com.br/

publicado por adm às 21:40

24 de Setembro de 2011

A empresa Energie, da Póvoa de Varzim, introduziu uma nova tecnologia de aproveitamento de energia de painéis solares termodinâmicos que permite absorver mesmo a temperaturas negativas, disse à Lusa o responsável pelo projeto.

Segundo explicou o engenheiro que coordena o projeto dentro da Energie, Francisco Fernandes, esta nova tecnologia vai permitir uma absorção de raios solares na ordem dos 94 por cento, combinando duas vertentes "incompletas", a tecnologia solar térmica e as bombas de calor.

"O fluido que funciona no nosso painel não é água, mas vitrocerâmica, que consegue absorver energia mesmo a temperaturas negativas", disse o engenheiro, salientando que este material se encontra nos 35 graus negativos no seu estado natural, pelo que mesmo uma temperatura de, por exemplo, zero graus permite a geração de calor para aquecer a água de um termoacumulador.

fonte:Lusa

publicado por adm às 15:05

16 de Agosto de 2011

 

 

Um conceito pensado para engenharia civil, uma técnica desenvolvida há quase cem anos e um telefonema da Austrália estão na origem de um captor solar inovador.

Implantado por uma empresa no Ticino (sul da Suíça), o equipamento poderá produzir eletricidade mesmo sem sol.

 

Biasca, a vinte km de Bellinzona, capital do Ticino, na parte italiana da Suíça, não é a localidade mais ensolarada da região. As condições meteorológicas nem sempre favoráveis não impediram que uma empresa local, a Airlight Energy, desenvolvesse um captor solar de grande potencial.
 
“Se instalássemos nosso sistema em 1% da superfície total dos desertos, poderíamos fornecer eletricidade para o planeta inteiro”, diz Paolo Orsatti, responsável do desenvolvimento empresarial da Airlight Energy, criada em 2007.

 

Céu no lugar do petróleo

O protótipo elaborado pela empresa suíça consiste em captor solar a concentração (sistema CSP, Concentrating Solar Power), no qual a luz do sol refletida no captor é transformada em energia térmica.
 
Os tradicionais espelhos rígidos foram revestidos por uma membrana pneumática em poliéster aluminizado. “A ideia da estrutura pneumática vem da engenharia civil. Essa tecnologia foi utilizada, por exemplo, para construir o estádio do Bayern de Munique e a piscina olímpica de Pequim, explica Orsatti.
 
“Um dia, um estudante australiano nos questionou por que motivo essa tecnologia não era aplicada ao solar termodinâmico. Foi esse telefonema que deu vida a nosso projeto”, continua Orsatti.
 
A vantagem dos espelhos infláveis são múltiplas: captam uma maior concentração da luz solar, são mais resistentes às intempéries e são de fácil manutenção. “Permitem, além disso, de ter uma superfície refletida muito extensa. Para sustenta-los desenvolvemos uma estrutura em cascalho, um material mais econômico e mais abundante do que o metal”, precisa Orsatti.
 
Outra particularidade do captor está na escolha do fluído térmico. “Geralmente os raios de sol são canalizados para um tubo contendo óleo mineral. Nós optamos pelo ar, que é abundante e gratuito”.

 

Eletricidade sem sol

O ar esquenta dentro do captor – que pode chegar a 650°C depois vai diretamente para uma turbina para produzir eletricidade. O excedente de calor, gerado nos momentos de baixo consumo, não é perdido, observa o funcionário da Airlight Energy.
 
“O ar vai è estocado num reservatório de cascalho. Esse calor por ser utilizado posteriormente para produzir corrente ou para alimentar processos industriais. Trata-se de uma técnica que data os anos 1930. Basta pensar no forno de pizza”.
 
O grande valor desse sistema, sublinha a empresa, é prescindir da presença do sol – através da estocagem do calor – na produção de eletricidade. “O  calor se mantém por algumas horas, o suficiente para produzir eletricidade, por exemplo à noite, quando a demanda é alta”.
 
Uma visita ao protótipo de Biasca revela um outro aspecto interessante.
Por baixo da grande estrutura de cascalho há uma vasta zona de sombra, que pode ser utilizada para várias finalidades. “É o lugar ideal para descansar e tirar uma soneca. Na Sardenha, por exemplo, há incentivos para criar áreas de sombra”, observa Orsatti.

 

Modello dell'impianto solare da 50 MWatt.

Modello dell'impianto solare da 50 MWatt. (Airlight Energy)

Zoom

Central no deserto

Mesmo as ideias inovadoras têm seus limites. A mais evidente à primeira vista é a dimensão. O captor tem 200 metros de comprimento por 10 metros de largura. Isso para produzir 50 MWatt, imaginem 200.
 
“As grandes dimensões não são um problema? Depende”, pergunta e responde Paolo Orsatti. “O projeto base cobre uma superfície de 2 km2, área muito pequena se comparada aos 9000 km2 do maior campo petrolífero do mundo ou os 50-60 quilômetros quadrados  da maior mina de carvão a céu aberto na Alemanha”.
 
Pensar em instalar uma usina dessas na Suíça hoje e impensável”, reconhece Orsatti. “Além do fato que a irradiação solar é insuficiente, o preço do terreno é muito maior do que instalação”. O projeto foi concebido para zonas desérticas na região mediterrânea, nos Estados Unidos ou na África do Norte. Um projeto-piloto será instalado dentro de um ano no Marrocos.

 

500 sóis

“Mesmo promissor, o solar termodinâmico não poderá substituir uma central a gás, carvão ou nuclear, capazes de garantir o abastecimento as 24 horas. Pode ser um excelente complemento, totalmente ecológico, à produção tradicional de eletricidade”, reconhece Orsatti.
 
Dentro de 5 a 10 anos, acrescenta, essa tecnologia será competitiva do ponto de vista econômico. No momento, da construção de uma central solar termodinâmica requer um investimento de 200 milhões de francos suíços.
 
Das tecnologias em desenvolvimento, conclui Orsatti, a mais promissora é o fotovoltaico a concentração. Nesse caso, o reservatório não é mais constituído de um tubo de ar, mas de uma série de células fotovoltaicas de alto rendimento.
 
A eficiência é de cerca de 40%, três vezes superior aos valores atuais, que gira em torno de 25%. “Será como dispor não de um, mas de 500 sóis”.

fonte:http://www.swissinfo.ch/

publicado por adm às 19:42

 

 

Genebra - Um navio movido a energia solar chegou nesta segunda-feira a Hong Kong, depois de seis dias de difícil navegação por causa das condições meteorológicas nas Filipinas, e se tornou a primeira embarcação deste tipo a atravessar o mar da China.

 

No trajeto de mil quilômetros, que separam as Filipinas de Hong Kong, o navio passou por condições "muito delicadas, entre a monção e as tempestades tropicais", declarou a equipe suíça que realizou esta iniciativa.

Em Hong Kong, o catamarã, chamado "PlanetSolar", participará de vários eventos.

A embarcação começou sua volta ao mundo em setembro de 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em maio de 2012.

O objetivo do projeto é que o navio passe oito meses no mar, movido unicamente pela energia solar para provar que o sol é uma fonte confiável para o transporte ecológico de pessoas e mercadorias pela via marítima.

Sua superfície serve como "gerador solar", tornando possível que possa continuar navegando, inclusive, sem insolação direta, pois a energia produzida é armazenada em uma bateria.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 18:48

15 de Agosto de 2011

Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) estão desenvolvendo um combustível solar recarregável. O grupo descobriu a função de um importante composto encontrado desde 1996, o fulvalene diruthenium.

Os estudiosos estudam uma substância que muda sua estrutura molecular quando exposta ao sol. Durante o processo, ela absorve energia térmica e libera calor, mas para isso é preciso utilizar um catalisador específico. O calor pode chegar a 200º C, porém o catalisador tem a função de fazer com que a substância volte ao seu estado inicial para que seja “carregada” novamente.

Um dos responsáveis pelo projeto, Jeffrey Grossman, explica que a tecnologia é como “uma bateria solar recarregável”. O diferencial do produto é que, além do aquecimento solar, ele pode armazenar a energia por anos em uma substância estável, de forma que a liberação de calor é feita somente quando necessário.

Desde 1996, sabe-se da existência do fulvalene diruthenium que alterna entre estado inicial e energizado. Esta substância contém Rutênio, um elemento difícil de ser encontrado e por isso muito caro. Outro problema, até então, era que não se tinha conhecimento sobre como funcionava a substância para tentar uma substituição.

Através das pesquisas do grupo, foi possível entender como o fulvalene diruthenium absorve a energia e se mantém estável. Eles verificaram que há um estágio intermediário entre os estados inicial e energizado, antes não identificado.

Imagem: Grossman / Kolpak - MIT News

De acordo com Grossman, o estágio intermediário desempenha papel essencial. Por meio dela, foi possível analisar a razão de nenhuma substituição do Rutênio ter funcionado. Agora ficou mais simples encontrar uma alternativa economicamente viável para o elemento. Com informações do Ecoplanet.

fonte:http://www.ciclovivo.com.br/

publicado por adm às 12:42

10 de Agosto de 2011

Energia da radiação

Um novo sistema de conversão fotovoltaica de energia, desenvolvido no MIT, nos Estados Unidos, pode ser alimentado exclusivamente por calor, gerando eletricidade sem necessidade de luz solar.

Embora o princípio envolvido não seja uma novidade, uma nova forma de fabricação da superfície do material para converter o calor em comprimentos de onda precisos da luz - selecionados para coincidir com o comprimento de onda de maior eficiência das células solares fotovoltaicas - faz com que o novo sistema seja muito mais eficiente do que versões anteriores.

A chave para esta emissão de luz precisamente ajustada é um material com bilhões de furos em nanoescala escavados em sua superfície.

Quando o material absorve o calor - seja do Sol, da queima de um combustível, de uma fonte de radioisótopos ou de qualquer outra fonte - a superfície perfurada irradia energia principalmente nesses comprimentos de onda cuidadosamente escolhidos.

Microgerador de energia

Com base nessa tecnologia, os pesquisadores construíram um gerador de energia do tamanho de um botão, alimentado pela queima de gás butano.

O minigerador dura três vezes mais do que uma bateria de íons de lítio com o mesmo peso.

E o dispositivo pode ser recarregado instantaneamente, apenas acoplando um cartucho novo cheio de combustível.

Um dispositivo assim, se alimentado por uma fonte de radioisótopos, que produz calor constantemente pelo decaimento radioativo, poderia gerar eletricidade por 30 anos sem reabastecimento ou manutenção - uma fonte de eletricidade ideal para naves espaciais em missões a longas distâncias do Sol, que não podem ser alimentadas por painéis solares.

Gerador sem partes móveis

Cerca de 92 por cento de toda a energia que usamos envolve a conversão de calor em energia mecânica e, frequentemente em eletricidade - como o uso de combustível para ferver água e gerar vapor para girar uma turbina, que é acoplada a um gerador.

Mas os sistemas mecânicos atuais têm uma eficiência relativamente baixa, e não podem ser reduzidos para os tamanhos necessários para alimentar dispositivos pequenos, como sensores, telefones celulares ou monitores médicos.

"Ser capaz de converter calor de diversas fontes em eletricidade, sem partes móveis, pode trazer enormes benefícios," afirma o Dr. Ivan Celanovic, coordenador da pesquisa, "especialmente se pudermos fazê-lo de forma eficiente, relativamente barato e em pequena escala."

Células termofotovoltaicas

Há muito se sabe que as células fotovoltaicas não precisam funcionar apenas com luz solar.

Meio século atrás, os pesquisadores desenvolveram as células termofotovoltaicas, que juntam uma célula fotovoltaica tradicional com qualquer fonte de calor: um derivado do petróleo, por exemplo, aquece um material, chamado de emissor térmico, que irradia calor e luz para o diodo fotovoltaico, gerando eletricidade.

O emissor termal de radiação gera muito mais comprimentos de onda na faixa do infravermelho do que aqueles que ocorrem no espectro solar.

E materiais fotovoltaicos de baixa bandgap, descobertos menos de uma década atrás, conseguem absorver mais dessa radiação infravermelha do que as células fotovoltaicas tradicionais de silício.

Mas grande parte do calor ainda é desperdiçado, o que tem mantido a eficiência dos geradores termofotovoltaicos relativamente baixa.

Cristal fotônico

A solução, explica Celanovic, é a concepção de um emissor térmico que irradia somente os comprimentos de onda que o diodo fotovoltaico pode absorver e converter em eletricidade, suprimindo outros comprimentos de onda.

"Mas como é que vamos encontrar um material que tenha essa propriedade mágica de emitir apenas com os comprimentos de onda que queremos?" pergunta Marin Soljacic, membro da equipe.

A resposta: construa um cristal fotônico pegando uma amostra de material e crie algumas características em nanoescala em sua superfície - digamos, um padrão regular e repetitivo de buracos ou saliências - para que a luz se propague através da amostra de uma forma radicalmente diferente.

"Projetando adequadamente a nanoestrutura, podemos criar materiais que têm propriedades ópticas inéditas," diz Soljacic. "Isso nos dá a capacidade de controlar e manipular o comportamento da luz."

A equipe usou um pedaço de tungstênio e fez bilhões de pequenos buracos em sua superfície. Quando o tungstênio se aquece, ele gera luz com um espectro de emissão alterada, porque cada furo age como um ressonador, capaz de emitir radiação apenas de determinados comprimentos de onda.

Esta abordagem tem sido amplamente utilizada para melhorar lasers, diodos emissores de luz e até mesmo fibras ópticas.

Microrreatores

Os microrreatores são basicamente pequenas partilhas de silício.

Cada um deles contém cristais fotônicos nas duas faces planas, com tubos externos para a injeção de combustível e ar, e para a liberação dos resíduos da combustão.

No interior do chip, o combustível e o ar reagem, aquecendo os cristais fotônicos.

Frente a cada uma das faces do microrreator são colocadas as células fotovoltaicas, que captam os comprimentos de onda emitidos e os convertem em eletricidade com grande eficiência.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 21:56

19 de Julho de 2011

Um catamarã da WWF (Fundo Mundial da Natureza) movido a energia solar vai percorrer a costa espanhola do Mediterrâneo, durante dois meses, para pedir um planeta cem por cento renovável.

O navio “WWF Solar”, que se fez às águas na sexta-feira passada a partir de Alicante, tem 14 metros de comprimento e um painel solar com 65 metros quadrados. 

Segundo a organização, até 15 de Setembro, o barco vai percorrer mil milhas náuticas e fazer escala em nove cidades costeiras espanholas, salientando os benefícios das fontes de energia renováveis entre os locais e os turistas. “É essencial que Espanha lidere o caminho quando chegar a altura de mudar o actual modelo energético”, comentou Juan Carlos del Olmo, director-executivo da WWF em Espanha. “Não podemos continuar a depender dos combustíveis fósseis.”

“O nosso objectivo é um país cem por cento renovável em 2050, e este catamarã é o nosso melhor embaixador”, acrescentou. O barco pesa 12 toneladas, tem dois motores eléctricos e capacidade para 12 pessoas.

fonte:http://ecosfera.publico.clix.pt/

publicado por adm às 21:00

03 de Julho de 2011

 

 

As impressoras jato de tinta, uma tecnologia de baixo custo que está presente em virtualmente todas as casas e escritórios, poderá em breve oferecer seus benefícios para o futuro da energia solar.

Jato de tinta solar

Engenheiros descobriram uma maneira de fabricar um tipo especial de célula solar, conhecida como CIGS, usando a tecnologia da impressão por jato de tinta - bastando substituir a tinta pelas soluções semicondutoras adequadas.

A técnica reduz o desperdício de matéria-prima em 90 por cento em relação ao processo tradicional, o que poderá reduzir significativamente o custo de produção dessas células solares flexíveis.

"Isto é muito promissor e pode ser uma importante nova tecnologia no campo da energia solar", disse Chang Chih-hung, engenheiro da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos. "Até agora, ninguém tinha sido capaz de criar células solares CIGS funcionais com tecnologia jato de tinta."

As células solares CIGS já são produzidas em larga escala, mas por outros meios.

Células solares CIGS

Um "painel" de célula solar CIGS mais se parece com uma folha plástica, totalmente flexível, em comparação com os rígidos painéis solares feitos com células solares de silício.

O termo CIGS vem das iniciais dos elementos químicos que compõem o material fotossensível: cobre, índio, gálio e selênio.

O material geralmente é produzido a partir do mineral calcopirita, um sulfeto de cobre com pequenas quantidades de metais como índio e gálio, além de enxofre e selênio.

O composto CIGS tem eficiência fotoelétrica excepcional - uma camada de calcopirita com um ou dois micrômetros de espessura pode capturar a energia dos fótons de forma tão eficiente quanto uma camada de 50 micrômetros de espessura de silício.

Células solares impressas

As células solares CIGS são compostas de várias camadas, normalmente depositadas sobre vidro ou sobre um plástico flexível - daí a possibilidade de uso da impressão por jato de tinta.

Em vez de depositar compostos químicos sobre o substrato com a técnica tradicional de deposição de vapor químico, que desperdiça a maioria do material no processo, a tecnologia jato de tinta pode ser usada para criar padrões precisos, depositando apenas o material necessário.

"Alguns dos materiais com os quais queremos trabalhar para fazer células solares mais avançadas, como o índio, são relativamente caros," explica Chang. "Não podemos realmente nos dar ao luxo de desperdiçá-lo, e a abordagem jato de tinta quase elimina o desperdício."

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

 

 

publicado por adm às 10:30

22 de Junho de 2011

A Samsung anunciou um netbook com bateria alimentada a energia solar, a partir de um painel posicionado na parte frontal do computador. O aparelho não é o pioneiro nesta tecnologia, mas é o primeiro netbook de 10 polegadas com painéis integrados na própria cobertura, refere a companhia. Além disso, a partir das suas entradas USB, é possível recarregar dispositivos externos.

A bateria pode chegar a durar 14,5 horas com o monitor ligado. O NC215S pesa 1,3 quilogramas e tem instalado o sistema operativo Windows 7 Starter, processador dual-core Intel Atom N570 a 1.6 Ghz, 1 GB de memória RAM, um disco rígido de 250 ou 320 GB.

Segundo informações do site The Register, no entanto, a novidade destina-se ao mercado russo, onde deverá chegar em Agosto, por 13.999 rublos (mais de 347 euros).

fonte:http://www.greensavers.pt

publicado por adm às 22:30

02 de Junho de 2011

Sonda solar

Os três enormes painéis solares que fornecerão energia para a sonda espacial Juno durante sua missão a Júpiter viram seus últimos fótons de luz antes de sua missão.

Depois de testados, eles foram dobrados e já estão prontos para serem colocados no foguete de lançamento.

Da próxima vez que esses três enormes painéis solares forem novamente estendidos, a sonda Juno estará se distanciando da Terra a uma velocidade de sete quilômetros por segundo.

Esta será a primeira vez na história que uma nave espacial usará energia solar tão longe no espaço - Júpiter é cinco vezes mais distante do Sol do que a Terra.

Sol distante

Para aproveitar a luz de um Sol tão distante, foi necessário construir painéis solares do tamanho de uma carreta - eles medem 8,9 metros de comprimento por 2,7 metros de largura.

E mesmo com toda sua área voltada em direção ao Sol, os três painéis somente conseguirão gerar energia suficiente para alimentar cinco lâmpadas comuns - cerca de 450 watts de eletricidade.

Se estivessem em órbita da Terra, produziriam entre 12 e 14 kilowatts de potência.

A janela de lançamento da sonda Juno começa em 5 de agosto e se estenderá até 26 de agosto de 2011.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 22:37

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