25 de Agosto de 2011

A Câmara Municipal de Abrantes decidiu dar mais 15 dias à empresa RPP Solar para prestar esclarecimentos e dar garantias do seu interesse em concretizar a unidade industrial de painéis solares no concelho há muito anunciada.

 

 

Segundo informa a autarquia, a empresa liderada por Alexandre Alves solicitou à Câmara de Abrantes no dia 23 de Agosto a concessão de prazo adicional de 15 dias para “junção de documentos de garantia da efectiva conclusão das obras” do complexo a erguer na freguesia de Concavada, junto à Central do Pego.

 

 

“Não sendo a tramitação desejada, dado os sucessivos atrasos no início da produção da unidade, entende a câmara conceder a prorrogação do prazo de audiência prévia, de modo a que a deliberação definitiva seja tomada com base no maior número de dados sobre o ponto de situação do investimento e dos seus constrangimentos”, justifica o município em comunicado de imprensa.

 

 

Recorde-se que a Câmara de Abrantes deliberou na reunião de 11 de Julho (com efeitos a partir de 25 de Julho, data da aprovação da acta) estabelecer um prazo de 15 dias úteis, a contar da data de recepção da notificação por parte da empresa, para que o promotor do investimento se pronunciasse em audiência escrita sobre a intenção da declaração de caducidade do alvará de licenciamento da obra por parte da autarquia. Esse prazo havia expirado a 23 de Agosto e os 15 dias úteis do prazo adicional decorrem a partir do dia 25 de Agosto.

 

 

A nova fábrica de painéis solares do empresário Alexandre Alves, que está a ser construída perto de Abrantes, num terreno com 82 hectares de área, anunciava a “agregação” de toda a cadeia de produção de energia solar, implicando um investimento global de “mais de mil milhões de euros e a criação de 1.900 postos de trabalho” até 2013.

 

 

Os sucessivos atrasos no início da produção, que estava anunciada para o início de 2010, levaram o executivo da Câmara de Abrantes, de maioria socialista, a propor a caducidade do alvará de licenciamento daquela unidade industrial pela não conclusão das obras no prazo fixado na licença. “Há limites para tudo e este caso ultrapassa os limites de tudo o que é razoável”, disse na altura a presidente da autarquia, Maria do Céu Albuquerque (PS).

fonte:http://www.omirante.pt/n

publicado por adm às 22:09

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