09 de Novembro de 2011

Mais de 30 entidades estarão presentes no Fórum Solar Global, que decorrerá em Évora entre 10 a 12 de Novembro.

A SUNAID, uma associação sem fins lucrativos (ONGD) empenhada em eliminar a pobreza no Mundo, através do recurso à Energia Solar, anunciou hoje que, juntamente com a SELF - Solar Electric Ligth Fund (USA) e a IDEAAS - Instituto para o Desenvolvimento de Energias Naturais e Sustentáveis (Brasil), será co-anfitriã do Fórum Solar Global, que ocorrerá em Évora de 10 a 12 de Novembro.

O Fórum foi concebido para juntar um conjunto de entidades internacionais na área da Energia Solar que vão discutir e identificar caminhos para eliminar a pobreza através da adopção de soluções solares integradas. Manuel Collares Pereira, Presidente da SUN AID e que intervirá durante o Fórum, afirmou que "o acesso à energia é uma condição necessária para a erradicação da pobreza no mundo mas consegui-lo é extremamente difícil e complexo e beneficiará da acção coordenada de um grande número de organizações."

Mais de 30 entidades estarão presentes no Fórum Solar Global. Os participantes no Fórum, representando governos, academia, Organizações Não Governamentais, instituições financeiras, agencias internacionais e o sector privado, farão no final a assinatura de um compromisso para colaborarem através da Academia Solar Global na identificação dos melhores caminhos que para proporcionar o acesso á Energia a todos os que vivem em pobreza.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

publicado por adm às 20:56

06 de Novembro de 2011

Um estudo publicado em Abril por Chris Cherry, professor de engenharia civil e ambiental da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, admite que a indústra da energia solar poderá a estar a contaminar várias partes da China e Índia, ao deitar fora 2,4 milhões de toneladas de chumbo.

O estudo avisa que o envenenamento por chumbo causa numerosos problemas para a saúde, sobretudo cardiovasculares, do sistema nervoso, reprodutivos e dos rins. Nas crianças, a acumulação de chumbo na atmosfera leva a comportamentos violentes e dificuldades de aprendizagem.

Em 2022, a poluição prevista pelos investimentos em painéis solares e outros equipamentos desenvolvidos pelas empresas desta indústria vai equivaler a um terço da actual produção de chumbo.

Estas projecções, que foram feitas tendo em conta os planos oficiais dos Governos para a indústria solar, descobriram também que há países com grandes quantidades de chumbo na atmosfera – das minas, reciclagem ou construção de baterias – 33% na China e 22% na Índia.

“A indústria solar tem de ser mais responsável e garantir que os seus fornecedores de baterias de chumbo estão a operar com segurança e controlos adequados, já que nos próximos anos ela irá confiar nesta tecnologia”, explicou Perry Gottesfeld, co-autor do estudo.

fonte:http://www.greensavers.pt/

publicado por adm às 23:26

A líder mundial do sector está a crescer e quer ser um dos três maiores operadores em Portugal.

A IBC Solar, o maior integrador de sistemas de energia solar fotovoltaica do mundo, revela que está a crescer no mercado português. Mas ambiciona mais: quer ser um dos três maiores operadores em Portugal. Isto apesar da falta de financiamento que está a prejudicar novos investimentos no País, alerta Juan Manuel Presa, director da empresa para Portugal. "Temos clientes industriais que estariam dispostos a investir em painéis fotovoltaicos, mas que não conseguem financiamento", avança o gestor.

A situação, realça, "não é um exclusivo de Portugal, uma vez que também se nota noutros países onde estamos". "O mercado português é pequeno, mas tem cada vez maior importância, pois com a legislação de microgeração abrem-se mais oportunidades."

Sobre o Orçamento do Estado para 2012 e o eventual travão às energias renováveis, o responsável prefere destacar que, "dentro das renováveis, existem vários segmentos e o solar está em pleno desenvolvimento". Já sobre o aumento do IVA, defende: "Todos temos de contribuir para melhorar a situação, e o fotovoltaico vai ser tão afectado como todos os outros sectores de actividade. Mas é importante que se continue a apostar em energias alternativas, sobretudo num país como Portugal que não dispõe de combustíveis fósseis e que tem um recurso natural tão abundante como o sol". Juan Manuel Presa assume mesmo que "a IBC Solar quer estar entre os três primeiros ‘players' do mercado português". E, embora admita que "o consumo vai diminuir", prefere realçar que "todos somos obrigados a consumir electricidade para viver".

Novas apostas

A multinacional alemã apresentou na semana passada um novo módulo solar com características que permitem a sua utilização em edifícios históricos protegidos. "Este painel é fabricado na Alemanha e tem dez anos de garantia. É um painel bastante inovador uma vez que tem um rendimento acima da média e, apesar de bastante fino, é capaz de suportar grandes cargas de neve", explica. A IBC Solar está ainda interessada no concurso lançado pelo Governo, no final do ano passado, para instalação de centrais fotovoltaicas, para a atribuição de 150 megawatts (MW) de potência eléctrica, distribuídos por 75 lotes, de dois MW cada.

Fundada em 1982, a empresa alemã factura 972 milhões de euros. Está representada em 13 países e é líder na Alemanha em sistemas de energia solar fotovoltaica.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

publicado por adm às 23:19

05 de Novembro de 2011

A primeira etapa da usina no Marrocos custará US$ 822 milhões e produzirá 150 megawatts em seus quase 12 quilômetros quadrados

O Desertec é um projeto criado há dois anos, que prevê a construção de usinas solares em áreas de grande incidência solar, como o deserto do Saara e outras áreas do Oriente Médio e Europa. A primeira usina será construída no Marrocos, a partir de 2012.

 

A planta de energia solar concentrada (CSP) terá capacidade para produzir até 500 megawatts de energia. Somente a primeira fase do projeto contará com investimento de US$ 2,8 bilhões, o cálculo total previsto é de meio trilhão de dólares.

O Desertec é um projeto ambicioso, que se for concluído será capaz de suprir a necessidade energética de até 20% de toda a Europa em 2050. Além disso, essa energia poderia ser utilizada por países orientais e africanos. Diversas empresas europeias já demonstraram interesse em apoiar financeiramente esta ideia.

A unidade do Marrocos deve levar de dois a quatro anos para ser concluída. Após a primeira etapa, que custará US$ 822 milhões, ela já poderá produzir 150 megawatts em seus quase 12 quilômetros quadrados. Todo esse potencial energético deve ser usado pela União Europeia em seu compromisso com a redução dos gases de efeito estufa e em seu objetivo de que no futuro ao menos 20% de toda a energia consumida no continente seja proveniente de fontes renováveis.

Segundo os cientistas da Desertec, toda a incidência solar dos desertos seria suficiente para abastecer o mundo inteiro em apenas seis horas. Se apenas, 0,3% desta área desértica for coberta com painéis solares já seria possível satisfazer toda a demanda de energia da Europa.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 00:03

Mais de 100 mil sistemas de microgeração que foram instalados na inglaterra desde Abril de 2010 - quando o programa de Feed-in-tariff inglês foi criado - agregam ao sistema uma potência instalada de 320 MW. Até o final do programa, em abril de 2012, devem ser instalados mais 100MW. Essa preça se deve ao fato de que já foi anunciado que haverá um corte do incentivo. Embora este valor seja rateado entre as contas dos usuários e não passe pelo tesouro, o governo o considera como déficit e acredita que os painéis solares já baixaram suficientemente de preço. A indústria se diz preparada e até apóia um corte de dimensões aceitáveis, mas se preocupa com cortes drásticos que podem colocar em risco toda a cadeia produtiva.

fonte:http://www.paginasustentavel.com.br/

publicado por adm às 00:02

03 de Novembro de 2011

Usina vai abastecer as instalações da empresa na Carolina do Norte, um dos estados americanos mais dependentes de energia fóssil

Apple deve se juntar aos gigantes da informática e internet, como o Googlee o Facebook, que utilizam em larga escala energias renováveis para abastecer seus centros de dados. A transformação verde ocorrerá nas instalações da empresa na cidade de Maiden, na Carolina do Norte, nos Estados Unidos, que serve de base dos sistemas iTunes, MobileMe e do novo serviço de computação em nuvem iCloud.

 

Apelidado de Project Dolphin Solar Farm (Fazenda Solar do Projeto Golfinho), o empreendimento prevê a construção de uma usina de energia solar numa área de cerca de 70 hectares, capaz de gerar entre 25 e 35 megawatts de energia, dependendo da tecnologia utilizada nos paineis.

A fazenda solar, que já recebeu permissão dos governo americano para ser instalada, vai figurar ao lado de outros empreedimentos de energia verde realizados pela Apple, que já possui uma fábrica 100% alimentada pela energia dos ventos em Cork, na Irlanda, e também na Califórnia e no Texas.

Com o novo projeto, a Apple pode conseguir, aos poucos, se distanciar da imagem de vilã difundida por um estudo do Greenpeace que avaliou a dependência das empresas do setor de tecnologia por fontes de energia fóssil.

Segundo ranking da ONG ambientalista, a dependência da Apple de carvão é de 54.5%, sendo o uso de energia “suja” mais intenso nos datacenters da Carolina do Norte, estado americano dependente 61% de combustível fóssil e 31% de energia nuclear.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 22:48

01 de Novembro de 2011

Projetos de geração de energia a partir da luz do sol têm começado a ganhar espaço no setor elétrico. No fim de agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a Coelba, concessionária que atua no Estado da Bahia, a implementar um projeto para geração solar fotovoltaica no estádio de futebol Governador Professor Roberto Santos (Pituaçu), na capital baiana, que deverá se tornar o primeiro do Brasil a ter esse tipo de iluminação. 
A estimativa de geração anual é de 630 megawatts/hora e a entrada em operação da usina está prevista para o fim deste ano, em um jogo do time do Bahia contra o Ceará, pelo Campeonato Brasileiro de Futebol. Como a geração prevista será aproximadamente 75% superior à carga do estádio, a energia excedente deverá beneficiar edifícios do governo estadual. O projeto deve envolver cerca de R$ 5 milhões.

O estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, está concluindo a documentação para licitação de um sistema semelhante, enquanto os de Recife, Fortaleza, Rio de Janeiro, Brasília e Manaus também estão em fase de estudo de viabilidade econômica. Há projetos para que alguns aeroportos do país também gerem energia a solar. "Esses são alguns dos projetos chamados de vitrine, apresentados pelo Instituto Ideal e pela Universidade Federal de Santa Catarina, que estão aos poucos ganhando espaço", diz Ricardo Ruther, professor da UFSC e diretor do Instituto Ideal.

O potencial do segmento no Brasil é imenso. "Se você instalar nas proximidades de Brasília um gerador solar fotovoltaico de área equivalente a menos de 0,05% do território nacional, a geração anual equivalente será superior aos cerca de 420 TWh de energia elétrica consumidos em 2010 pelo país", afirma Ruther. Se um gerador solar fosse instalado sobre toda a área inundada pelo lago de Itaipu, ele geraria mais do que o dobro da energia elétrica produzida pela usina anualmente. 
"Tecnicamente, a energia solar tem o potencial para suprir toda a energia elétrica consumida pelo Brasil, mas sua penetração na matriz brasileira vai acontecer de forma gradual, à medida em que sua viabilidade econômica ficar demonstrada", afirma Ruther. Dos cerca de 50 GW implantados em todo o mundo no segmento, mais de 90% foram instalados nos últimos cinco anos. Nos últimos cinco anos, o preço dessa tecnologia sofreu redução de 50%, e a previsão é de uma redução de mais 50% ate 2020.

A energia solar tem várias peculiaridades que a diferenciam da geração de energia hidrelétrica ou até da eólica. Para Ruther, o primeiro ponto é que o custo de energia solar fotovoltaica tem de ser comparado com a tarifa (com acréscimo de impostos) que o consumidor final paga e não com o custo de geração das outras fontes. "Isso é importante porque a geração solar integrada a edificações urbanas ocorre junto ao ponto de consumo, ao contrário de fontes convencionais, nas quais a usina está distante do consumidor final e são feitos investimentos em transmissão e distribuição", diz Ruther.

Ele exemplifica citando o caso da cidade mineira de Belo Horizonte, uma das mais ensolaradas do país. O consumidor residencial da cidade paga uma tarifa de 
R$ 600 por MWh ? mais elevada do que o custo de geração solar. "Para os níveis de radiação solar de Belo Horizonte e para uma taxa interna de retorno de 10%, a geração solar na capital mineira pode custar cerca de R$ 530". 
Caso a taxa de retorno do projeto caísse para 6% (Belo Monte teria retorno de 5,5%), o custo de geração solar cairia para R$ 390, muito abaixo do que o consumidor de Belo Horizonte paga em sua conta de luz. Para o especialista, os projetos de geração solar se tornarão gradualmente viáveis economicamente no país até 2020.

fonte:http://economia.uol.com.br/

publicado por adm às 10:57

A Grã-Bretanha planeja reduzir os subsídios estatais para esquemas de paineis solares de até 50 quilowatts (kW) e impor padrões mínimos de eficiência energética em edificações aplicando tarifas feed-in (FITs) solares, disse o Ministério da Energia nesta segunda-feira.

“Os custos decrescentes da solar significam que não temos opção a não ser agir para que fiquemos dentro do orçamento e não ameacemos a viabilidade de todo o esquema de FITs”, afirmou o ministro da energia Greg Barker em uma declaração escrita ao parlamento nesta segunda-feira.

Propriedades que têm paineis solares com uma capacidade instalada de até 4 kW terão as taxas reduzidas de US$ 0,69 por quilowatt-hora (kWh) para US$ 0,34, enquanto tarifas para instalações entre 4-10 kW e 10-50kW terão uma redução de 53-55%.

Projetos que começam em ou depois de dezembro de 2012 receberão as tarifas atuais até 1º de abril de 2012, mas as novas tarifas serão aplicadas a partir de então, declarou o governo.

A Grã-Bretanha introduziu os subsídios estatais para grandes projetos de energia renovável em abril do último ano para estimular o crescimento de novas tecnologias verdes até que elas atingissem uma escala comercial.

O governo já havia feito uma rápida revisão do subsídio estatal para usinas solares no início deste ano, cortando as taxas para os esquemas maiores em 40-70% a partir de 1º de agosto, o que causou um protesto entre os desenvolvedores de usinas solares.

 Barker disse que os custos médios de uma instalação de paineis solares domésticos caíram ao menos 30% desde o começo do esquema em abril de 2010 para cerca de US$ 14,5 mil e que se o governo deixasse as tarifas atuais inalteradas, os consumidores pagariam cerca de US$ 1,5 bilhão por ano por FITs solares.

“Minha prioridade é colocar a indústria solar em uma base firme para que ela possa continuar a ser uma parte exitosa e próspera da economia verde, e assim não ser vítima de altos e baixos”, afirmou ele.

As propostas também incluem a imposição de um padrão mínimo de eficiência energética em propriedades a partir de abril 2012.

Edificações podem ter que atingir no mínimo o nível C de Certificado de Desempenho Energético ou participar do programa governamental Acordo Verde para instalar medidas de eficiência como isolamento de telhados.

As propostas estão sujeitas a um período de consulta.

fonte:http://primeiraedicao.com.br/n

publicado por adm às 10:46

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