18 de Agosto de 2011

A Coelba contratou o consórcio formado pela alemã Gehrlicher e a brasileira Ecoluz para instalar um conjunto de painéis solares com potência de 400 kWp no estádio Pituaçu, na Bahia. As empresas venceram licitação realizada pela concessionária em parceria com o governo estadual baiano. O contrato é de R$ 4,5 milhões e a obra deve ser entregue até o fim deste ano.

O projeto custará, ao todo, R$ 5,5 milhões, pois envolve gastos com monitoramento e pesquisa após o início da operação. A iniciativa faz parte do programa de P&D da Coelba, aprovado pela Aneel este ano. O governo estadual, que administra o estádio, bancará R$ 1,7 milhão e o restante será custeado pela concessionária.

“Projetos de energia solar como esse ainda não são viáveis no Brasil, mas são importantes para a gente dominar essa tecnologia e desenvolver conhecimento e mão de obra capacitada”, afirma Ana Christina Mascarenhas, assessora de Eficiência Energética da Coelba. “Também será bom para estudarmos o funcionamento da usina, o comportamento na rede, a conexão.”

A expectativa é que o conjunto de painéis fotovoltaicos gere 630 MWh/ano, dos quais cerca de 400 MWh/ano serão consumidos pelo estádio e o restante será jogado na rede e abatido do consumo do edifício da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte. O estádio pagará uma tarifa de uso da rede de acordo com o volume de energia transmitido.

Os painéis ocuparão uma área total de 3.600 m², sendo 2.700 m² de silício amorfo (a-Si) e 1.350 m² de silício cristalino (c-Si). Inicialmente, a empresa pensou em usar apenas o primeiro tipo, que é flexível e leve, porque a cobertura não aguentaria o outro modelo. O custo, no entanto, seria mais alto, pois o painel é menos eficiente. A Coelba decidiu, então, usar outras áreas, como o estacionamento.

“Quando começamos a planejar, imaginamos custo maior. Ficou um pouco abaixo do que pensávamos. Um dos fatores que contribuiu para baratear o projeto foi o uso de painéis de silício cristalino, que têm maior eficiência e, por isso, custo mais baixo.”

fonte:http://www.energiahoje.com/

publicado por adm às 23:56

16 de Agosto de 2011

 

 

Um conceito pensado para engenharia civil, uma técnica desenvolvida há quase cem anos e um telefonema da Austrália estão na origem de um captor solar inovador.

Implantado por uma empresa no Ticino (sul da Suíça), o equipamento poderá produzir eletricidade mesmo sem sol.

 

Biasca, a vinte km de Bellinzona, capital do Ticino, na parte italiana da Suíça, não é a localidade mais ensolarada da região. As condições meteorológicas nem sempre favoráveis não impediram que uma empresa local, a Airlight Energy, desenvolvesse um captor solar de grande potencial.
 
“Se instalássemos nosso sistema em 1% da superfície total dos desertos, poderíamos fornecer eletricidade para o planeta inteiro”, diz Paolo Orsatti, responsável do desenvolvimento empresarial da Airlight Energy, criada em 2007.

 

Céu no lugar do petróleo

O protótipo elaborado pela empresa suíça consiste em captor solar a concentração (sistema CSP, Concentrating Solar Power), no qual a luz do sol refletida no captor é transformada em energia térmica.
 
Os tradicionais espelhos rígidos foram revestidos por uma membrana pneumática em poliéster aluminizado. “A ideia da estrutura pneumática vem da engenharia civil. Essa tecnologia foi utilizada, por exemplo, para construir o estádio do Bayern de Munique e a piscina olímpica de Pequim, explica Orsatti.
 
“Um dia, um estudante australiano nos questionou por que motivo essa tecnologia não era aplicada ao solar termodinâmico. Foi esse telefonema que deu vida a nosso projeto”, continua Orsatti.
 
A vantagem dos espelhos infláveis são múltiplas: captam uma maior concentração da luz solar, são mais resistentes às intempéries e são de fácil manutenção. “Permitem, além disso, de ter uma superfície refletida muito extensa. Para sustenta-los desenvolvemos uma estrutura em cascalho, um material mais econômico e mais abundante do que o metal”, precisa Orsatti.
 
Outra particularidade do captor está na escolha do fluído térmico. “Geralmente os raios de sol são canalizados para um tubo contendo óleo mineral. Nós optamos pelo ar, que é abundante e gratuito”.

 

Eletricidade sem sol

O ar esquenta dentro do captor – que pode chegar a 650°C depois vai diretamente para uma turbina para produzir eletricidade. O excedente de calor, gerado nos momentos de baixo consumo, não é perdido, observa o funcionário da Airlight Energy.
 
“O ar vai è estocado num reservatório de cascalho. Esse calor por ser utilizado posteriormente para produzir corrente ou para alimentar processos industriais. Trata-se de uma técnica que data os anos 1930. Basta pensar no forno de pizza”.
 
O grande valor desse sistema, sublinha a empresa, é prescindir da presença do sol – através da estocagem do calor – na produção de eletricidade. “O  calor se mantém por algumas horas, o suficiente para produzir eletricidade, por exemplo à noite, quando a demanda é alta”.
 
Uma visita ao protótipo de Biasca revela um outro aspecto interessante.
Por baixo da grande estrutura de cascalho há uma vasta zona de sombra, que pode ser utilizada para várias finalidades. “É o lugar ideal para descansar e tirar uma soneca. Na Sardenha, por exemplo, há incentivos para criar áreas de sombra”, observa Orsatti.

 

Modello dell'impianto solare da 50 MWatt.

Modello dell'impianto solare da 50 MWatt. (Airlight Energy)

Zoom

Central no deserto

Mesmo as ideias inovadoras têm seus limites. A mais evidente à primeira vista é a dimensão. O captor tem 200 metros de comprimento por 10 metros de largura. Isso para produzir 50 MWatt, imaginem 200.
 
“As grandes dimensões não são um problema? Depende”, pergunta e responde Paolo Orsatti. “O projeto base cobre uma superfície de 2 km2, área muito pequena se comparada aos 9000 km2 do maior campo petrolífero do mundo ou os 50-60 quilômetros quadrados  da maior mina de carvão a céu aberto na Alemanha”.
 
Pensar em instalar uma usina dessas na Suíça hoje e impensável”, reconhece Orsatti. “Além do fato que a irradiação solar é insuficiente, o preço do terreno é muito maior do que instalação”. O projeto foi concebido para zonas desérticas na região mediterrânea, nos Estados Unidos ou na África do Norte. Um projeto-piloto será instalado dentro de um ano no Marrocos.

 

500 sóis

“Mesmo promissor, o solar termodinâmico não poderá substituir uma central a gás, carvão ou nuclear, capazes de garantir o abastecimento as 24 horas. Pode ser um excelente complemento, totalmente ecológico, à produção tradicional de eletricidade”, reconhece Orsatti.
 
Dentro de 5 a 10 anos, acrescenta, essa tecnologia será competitiva do ponto de vista econômico. No momento, da construção de uma central solar termodinâmica requer um investimento de 200 milhões de francos suíços.
 
Das tecnologias em desenvolvimento, conclui Orsatti, a mais promissora é o fotovoltaico a concentração. Nesse caso, o reservatório não é mais constituído de um tubo de ar, mas de uma série de células fotovoltaicas de alto rendimento.
 
A eficiência é de cerca de 40%, três vezes superior aos valores atuais, que gira em torno de 25%. “Será como dispor não de um, mas de 500 sóis”.

fonte:http://www.swissinfo.ch/

publicado por adm às 19:42

 

 

Genebra - Um navio movido a energia solar chegou nesta segunda-feira a Hong Kong, depois de seis dias de difícil navegação por causa das condições meteorológicas nas Filipinas, e se tornou a primeira embarcação deste tipo a atravessar o mar da China.

 

No trajeto de mil quilômetros, que separam as Filipinas de Hong Kong, o navio passou por condições "muito delicadas, entre a monção e as tempestades tropicais", declarou a equipe suíça que realizou esta iniciativa.

Em Hong Kong, o catamarã, chamado "PlanetSolar", participará de vários eventos.

A embarcação começou sua volta ao mundo em setembro de 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em maio de 2012.

O objetivo do projeto é que o navio passe oito meses no mar, movido unicamente pela energia solar para provar que o sol é uma fonte confiável para o transporte ecológico de pessoas e mercadorias pela via marítima.

Sua superfície serve como "gerador solar", tornando possível que possa continuar navegando, inclusive, sem insolação direta, pois a energia produzida é armazenada em uma bateria.

fonte:http://exame.abril.com.br/

publicado por adm às 18:48

15 de Agosto de 2011

Pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) estão desenvolvendo um combustível solar recarregável. O grupo descobriu a função de um importante composto encontrado desde 1996, o fulvalene diruthenium.

Os estudiosos estudam uma substância que muda sua estrutura molecular quando exposta ao sol. Durante o processo, ela absorve energia térmica e libera calor, mas para isso é preciso utilizar um catalisador específico. O calor pode chegar a 200º C, porém o catalisador tem a função de fazer com que a substância volte ao seu estado inicial para que seja “carregada” novamente.

Um dos responsáveis pelo projeto, Jeffrey Grossman, explica que a tecnologia é como “uma bateria solar recarregável”. O diferencial do produto é que, além do aquecimento solar, ele pode armazenar a energia por anos em uma substância estável, de forma que a liberação de calor é feita somente quando necessário.

Desde 1996, sabe-se da existência do fulvalene diruthenium que alterna entre estado inicial e energizado. Esta substância contém Rutênio, um elemento difícil de ser encontrado e por isso muito caro. Outro problema, até então, era que não se tinha conhecimento sobre como funcionava a substância para tentar uma substituição.

Através das pesquisas do grupo, foi possível entender como o fulvalene diruthenium absorve a energia e se mantém estável. Eles verificaram que há um estágio intermediário entre os estados inicial e energizado, antes não identificado.

Imagem: Grossman / Kolpak - MIT News

De acordo com Grossman, o estágio intermediário desempenha papel essencial. Por meio dela, foi possível analisar a razão de nenhuma substituição do Rutênio ter funcionado. Agora ficou mais simples encontrar uma alternativa economicamente viável para o elemento. Com informações do Ecoplanet.

fonte:http://www.ciclovivo.com.br/

publicado por adm às 12:42

A construção de uma fábrica de painéis solares em Moçambique deverá iniciar-se ainda este ano, afirmou a presidente do Fundo de Energia (Funae), que adiantou estarem concluídos o estudo de impacto ambiental e o projecto de engenharia.

“Neste momento, está em curso a elaboração dos termos de referência do concurso de manifestação de interesse, no final do mês vamos lançar o concurso e, se tudo correr bem, as obras de construção da fábrica iniciar-se-ão ainda este ano”, disse Miquelina Menezes.

Em declarações à agência noticiosa angolana Angop à margem do 7º Conselho Coordenador do Ministério da Energia, que sexta-feira terminou no distrito de Namaacha, província de Maputo, sul de Moçambique, Menezes disse que o projecto de construção da fábrica, que produzirá vários tipos de painéis, está avaliado em 9 milhões de dólares, com investimento indiano já garantido.

“A Índia vai trazer equipamento, matéria-prima e materiais para a produção dos painéis durante cinco anos e depois vamos identificar, a nível interno, as empresas do sector privado capazes de fabricar e fornecer alguns dos componentes, como é o caso do aro metálico, as baterias e a madeira, para reduzir os custos de produção”, disse.

A primeira pedra para a construção daquela unidade fabril, que se vai localizar no parque industrial de Beluluane, distrito de Boane, província de Maputo, foi lançada no dia 17 de Dezembro de 2009.

A construção da fábrica vai permitir a redução dos custos de importação dos painéis solares, com implicações directas nas possibilidades das populações de baixa rendimento ter acesso à energia eléctrica na base destes sistemas.

Estimativas indicam que Moçambique gasta, anualmente, entre cinco a seis milhões de dólares na importação e instalação de painéis solares.

Na fase de construção, este empreendimento vai criar 700 postos directos de trabalho, efectivo que deverá baixar para 70 empregos directos quando entrar na fase de produção, incluindo 15 engenheiros a serem treinados na Índia, para a montagem dos painéis solares. 

fonte:http://www.macauhub.com.mo

publicado por adm às 12:38

13 de Agosto de 2011
O Município de Sousel está a proceder à instalação dos colectores solares térmicos no edifício dos balneários do Campo de Futebol Municipal, do Pavilhão Gimnodesportivo e das Piscinas.
 

Durante esta semana, a empresa à qual foi adjudicada a obra concluiu a instalação dos mesmos no Campo de Futebol e continua agora no edifício das Piscinas. Depois da implantação das tubagens, serão instalados os restantes colectores, também designados por painéis solares.
Os referidos painéis captam a energia proveniente do sol e, através de um depósito, armazenam a água quente que será posteriormente consumida. No edifício das Piscinas Municipais e Pavilhão Gimnodesportivo serão instalados 84 colectores com os quais se prevê também uma redução significativa do consumo de energia anual. No caso do Campo de Futebol, estima-se que anualmente são consumidos 20.541 kWh e, com a energia solar, o consumo reduzirá para 14.209 kWh/ano. 
Os colectores permitem poupar uma elevada quantidade de energia, principalmente no Verão, altura em que se verifica que a energia fornecida pelo sistema solar é normalmente superior às necessidades de energia para o aquecimento da água.
Este tipo de energia é, em tudo vantajosa. Para além da significativa redução do consumo anual, esta não polui durante a produção, ao contrário das tradicionais fontes de energia eléctrica. É uma fonte de energia limpa, renovável e sustentável e não contribui para o aquecimento global, pelo que ajuda a proteger o nosso ambiente.
Esta solução solar térmica para o Complexo Desportivo é composta, no total, por 92 colectores.

fonte:http://www.cm-sousel.pt/i

publicado por adm às 13:33

10 de Agosto de 2011

Energia da radiação

Um novo sistema de conversão fotovoltaica de energia, desenvolvido no MIT, nos Estados Unidos, pode ser alimentado exclusivamente por calor, gerando eletricidade sem necessidade de luz solar.

Embora o princípio envolvido não seja uma novidade, uma nova forma de fabricação da superfície do material para converter o calor em comprimentos de onda precisos da luz - selecionados para coincidir com o comprimento de onda de maior eficiência das células solares fotovoltaicas - faz com que o novo sistema seja muito mais eficiente do que versões anteriores.

A chave para esta emissão de luz precisamente ajustada é um material com bilhões de furos em nanoescala escavados em sua superfície.

Quando o material absorve o calor - seja do Sol, da queima de um combustível, de uma fonte de radioisótopos ou de qualquer outra fonte - a superfície perfurada irradia energia principalmente nesses comprimentos de onda cuidadosamente escolhidos.

Microgerador de energia

Com base nessa tecnologia, os pesquisadores construíram um gerador de energia do tamanho de um botão, alimentado pela queima de gás butano.

O minigerador dura três vezes mais do que uma bateria de íons de lítio com o mesmo peso.

E o dispositivo pode ser recarregado instantaneamente, apenas acoplando um cartucho novo cheio de combustível.

Um dispositivo assim, se alimentado por uma fonte de radioisótopos, que produz calor constantemente pelo decaimento radioativo, poderia gerar eletricidade por 30 anos sem reabastecimento ou manutenção - uma fonte de eletricidade ideal para naves espaciais em missões a longas distâncias do Sol, que não podem ser alimentadas por painéis solares.

Gerador sem partes móveis

Cerca de 92 por cento de toda a energia que usamos envolve a conversão de calor em energia mecânica e, frequentemente em eletricidade - como o uso de combustível para ferver água e gerar vapor para girar uma turbina, que é acoplada a um gerador.

Mas os sistemas mecânicos atuais têm uma eficiência relativamente baixa, e não podem ser reduzidos para os tamanhos necessários para alimentar dispositivos pequenos, como sensores, telefones celulares ou monitores médicos.

"Ser capaz de converter calor de diversas fontes em eletricidade, sem partes móveis, pode trazer enormes benefícios," afirma o Dr. Ivan Celanovic, coordenador da pesquisa, "especialmente se pudermos fazê-lo de forma eficiente, relativamente barato e em pequena escala."

Células termofotovoltaicas

Há muito se sabe que as células fotovoltaicas não precisam funcionar apenas com luz solar.

Meio século atrás, os pesquisadores desenvolveram as células termofotovoltaicas, que juntam uma célula fotovoltaica tradicional com qualquer fonte de calor: um derivado do petróleo, por exemplo, aquece um material, chamado de emissor térmico, que irradia calor e luz para o diodo fotovoltaico, gerando eletricidade.

O emissor termal de radiação gera muito mais comprimentos de onda na faixa do infravermelho do que aqueles que ocorrem no espectro solar.

E materiais fotovoltaicos de baixa bandgap, descobertos menos de uma década atrás, conseguem absorver mais dessa radiação infravermelha do que as células fotovoltaicas tradicionais de silício.

Mas grande parte do calor ainda é desperdiçado, o que tem mantido a eficiência dos geradores termofotovoltaicos relativamente baixa.

Cristal fotônico

A solução, explica Celanovic, é a concepção de um emissor térmico que irradia somente os comprimentos de onda que o diodo fotovoltaico pode absorver e converter em eletricidade, suprimindo outros comprimentos de onda.

"Mas como é que vamos encontrar um material que tenha essa propriedade mágica de emitir apenas com os comprimentos de onda que queremos?" pergunta Marin Soljacic, membro da equipe.

A resposta: construa um cristal fotônico pegando uma amostra de material e crie algumas características em nanoescala em sua superfície - digamos, um padrão regular e repetitivo de buracos ou saliências - para que a luz se propague através da amostra de uma forma radicalmente diferente.

"Projetando adequadamente a nanoestrutura, podemos criar materiais que têm propriedades ópticas inéditas," diz Soljacic. "Isso nos dá a capacidade de controlar e manipular o comportamento da luz."

A equipe usou um pedaço de tungstênio e fez bilhões de pequenos buracos em sua superfície. Quando o tungstênio se aquece, ele gera luz com um espectro de emissão alterada, porque cada furo age como um ressonador, capaz de emitir radiação apenas de determinados comprimentos de onda.

Esta abordagem tem sido amplamente utilizada para melhorar lasers, diodos emissores de luz e até mesmo fibras ópticas.

Microrreatores

Os microrreatores são basicamente pequenas partilhas de silício.

Cada um deles contém cristais fotônicos nas duas faces planas, com tubos externos para a injeção de combustível e ar, e para a liberação dos resíduos da combustão.

No interior do chip, o combustível e o ar reagem, aquecendo os cristais fotônicos.

Frente a cada uma das faces do microrreator são colocadas as células fotovoltaicas, que captam os comprimentos de onda emitidos e os convertem em eletricidade com grande eficiência.

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

publicado por adm às 21:56

01 de Agosto de 2011

A Câmara Municipal de Beja tem quase concluída a instalação de painéis solares nas piscinas cobertas. O projecto de instalação insere-se no investimento feito pela autarquia tendo em vista a criação de 6 centrais de microgeração de energia eléctrica através de sistemas fotovoltaicos em edifícios como o Mercado Municipal, o Pavilhão Gimnodesportivo, o Centro Social do Lidador e o Parque de Materiais. O investimento de 150 mil euros conta com comparticipação comunitária. Os painéis solares vão garantir o aquecimento da água das piscinas cobertas, o que vai traduzir-se numa “poupança nos consumos energéticos”, sublinha Miguel Góis. O vereador da autarquia de Beja diz que a cidade tem mais um projecto que a “posiciona na linha da frente” nas questões da Eco-sustentabilidade.

fonte:http://www.radiopax.com/

publicado por adm às 22:12

pesquisar
 
arquivos
2015:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2014:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2013:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2012:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2011:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2010:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


links