04 de Julho de 2011

Cientistas australianos criaram células fotoelétricas tão pequenas que podem ser misturadas na tinta, de modo que poderão ser usadas para construir painéis solares coloridos a um custo mais acessível e em uma tamanho maior que o tradicional, informou nesta quinta-feira a emissora ABC.

O pesquisador Brandon McDonald, da Universidade de Melbourne, com a ajuda da Organização para a Pesquisa Industrial e Científica da Comunidade da Austrália (CSIRO), explicou que a mistura "pode ser aplicada em uma superfície como vidro, plástico e metais" e dessa forma "se integra no edifício".

"Portanto agora é possível imaginar janelas solares ou sua integração dentro dos materiais do telhado", apontou o cientista. Este sistema necessita só de 1% dos materiais que se utilizam normalmente para fabricar os painéis solares tradicionais.

McDonald indicou que atualmente a energia solar é mais cara que a produzida com combustíveis fósseis, mas que com esta descoberta poderá impulsionar uma tecnologia "mais competitiva no nível de custos".

O cientista, que prepara seu doutorado em Ciências na Universidade de Melbourne, espera que os novos painéis custem um terço a menos que os que agora se comercializam e que sua invenção esteja no mercado nos próximos cinco anos.

Este descobrimento faz parte dos esforços da comunidade científica para reduzir os custos e o tamanho dos painéis solares e para buscar alternativas de produção de energia.

fonte:http://noticias.terra.com.br/

publicado por adm às 22:21

03 de Julho de 2011

 

 

As impressoras jato de tinta, uma tecnologia de baixo custo que está presente em virtualmente todas as casas e escritórios, poderá em breve oferecer seus benefícios para o futuro da energia solar.

Jato de tinta solar

Engenheiros descobriram uma maneira de fabricar um tipo especial de célula solar, conhecida como CIGS, usando a tecnologia da impressão por jato de tinta - bastando substituir a tinta pelas soluções semicondutoras adequadas.

A técnica reduz o desperdício de matéria-prima em 90 por cento em relação ao processo tradicional, o que poderá reduzir significativamente o custo de produção dessas células solares flexíveis.

"Isto é muito promissor e pode ser uma importante nova tecnologia no campo da energia solar", disse Chang Chih-hung, engenheiro da Universidade do Estado de Oregon, nos Estados Unidos. "Até agora, ninguém tinha sido capaz de criar células solares CIGS funcionais com tecnologia jato de tinta."

As células solares CIGS já são produzidas em larga escala, mas por outros meios.

Células solares CIGS

Um "painel" de célula solar CIGS mais se parece com uma folha plástica, totalmente flexível, em comparação com os rígidos painéis solares feitos com células solares de silício.

O termo CIGS vem das iniciais dos elementos químicos que compõem o material fotossensível: cobre, índio, gálio e selênio.

O material geralmente é produzido a partir do mineral calcopirita, um sulfeto de cobre com pequenas quantidades de metais como índio e gálio, além de enxofre e selênio.

O composto CIGS tem eficiência fotoelétrica excepcional - uma camada de calcopirita com um ou dois micrômetros de espessura pode capturar a energia dos fótons de forma tão eficiente quanto uma camada de 50 micrômetros de espessura de silício.

Células solares impressas

As células solares CIGS são compostas de várias camadas, normalmente depositadas sobre vidro ou sobre um plástico flexível - daí a possibilidade de uso da impressão por jato de tinta.

Em vez de depositar compostos químicos sobre o substrato com a técnica tradicional de deposição de vapor químico, que desperdiça a maioria do material no processo, a tecnologia jato de tinta pode ser usada para criar padrões precisos, depositando apenas o material necessário.

"Alguns dos materiais com os quais queremos trabalhar para fazer células solares mais avançadas, como o índio, são relativamente caros," explica Chang. "Não podemos realmente nos dar ao luxo de desperdiçá-lo, e a abordagem jato de tinta quase elimina o desperdício."

fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

 

 

publicado por adm às 10:30

Uma região sem petróleo, carvão ou gás natural, que não tem experiência em energia nuclear, mas que se vangloria de ter um dos melhores índices de radiação solar da Europa, está finalmente empenhada em aproveitar as oportunidades da revolução das tecnologias limpas. Em entrevista ao JA, o mentor do projeto, Marc Rechter, traça os mais ambiciosos objetivos em matéria de energias renováveis, frisando que existem todas as condições para o desenvolvimento desta atividade na região, com a criação de plataformas solares de demonstração que ajudarão a divulgar as vantagens de energia solar a todo o mundo.

O Algarve está à beira de receber uma nova indústria. E, melhor ainda, “a região pode posicionar-se na linha da frente das energias renováveis”, um setor que continua em franca expansão, em parte devido ao preço cada vez mais elevado do petróleo e do gás, mas também devido ao risco associado à energia nuclear.

A aposta é do Algarve Energy Park, liderado por Marc Rechter, que em declarações ao JA adiantou que o primeiro passo deste projeto vai avançar já no próximo mês de agosto, com a construção da primeira plataforma de demonstração solar no concelho de Alcoutim.

Um investimento que ascenderá aos 20 milhões de euros, até 2012, e deverá ultrapassar os 50 milhões de euros no final de 2014. Para Monchique, está ainda projetada uma fase futura do projeto.

“O objetivo é dinamizar o potencial do setor solar em Portugal. Para isso, estamos a atrair para os nossos projetos os grandes intervenientes do setor energético mundial”, revela ao JA Marc Rechter…

fonte:http://www.jornaldoalgarve.pt/

publicado por adm às 10:29

pesquisar
 
arquivos
2015:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2014:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2013:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2012:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2011:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


2010:

 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12


links